sábado, 22 de setembro de 2012

ENTREVISTA COM D. RAFAEL DE ORLEANS E BRAGANÇA (bol. n.09 - 22/09/2012)

ENTREVISTA COM D. RAFAEL DE ORLEANS E BRAGANÇA



 

         Excelente informativo do jornal do SBT sobre o príncipe D. Rafael e sobre a linha de sucessão ao trono brasileiro. Matéria muito bem elaborada, sem ser tendenciosa.



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         Gutemberg Castro                    


quinta-feira, 20 de setembro de 2012

2° MARQUÊS DE PARANAGUÁ (bol. n.08 - 20/09/2012)



        

2° MARQUÊS DE PARANAGUÁ


 João Lustosa da Cunha

       O 2º visconde com grandeza e 2º marques de PARANAGUÁ foi João Lustosa da Cunha Paranaguá, que nasceu na fazenda do Brejo do Mocambo, freguesia de N.S. do Livramento, depois vila e comarca de Paranaguá, no Piauí em 21 de Agosto de 1821.Faleceu no RJ em 9 de Fevereiro de 1912.Era filho do Coronel José da Cunha Lustosa e de Ignacia Antônia dos Reis Lustosa. Casou em 1847 com Amanda Pinheiro Paranaguá que faleceu em 1874;filha do visconde de MONTSERRATE, Joaquim José Pinheiro de Vasconcellos e de Maria Francisca de Campos Pinheiro. Bacharel em direito, pela faculdade de Olinda em 1846.
       Exerceu vários cargos na magistratura, aposentando-se com as honras de Desembargador em 1878.Foi deputado Provincial em 1840 e Geral por sua Província nas 8ª e 13ª legislaturas de 1850 a 1865,quando foi nomeado Senador pelo Piauí. Presidiu as Províncias do Maranhão em 1858,Pernambuco em 1865 e Baia em 1881.Chamado várias vezes ao Conselho da Coroa, foi Ministro do Império no 15ºGabinete de 1859,da Justiça da Guerra e dos Estrangeiros no 22º Gabinete de 1866;da Guerra no 27º Gabinete de 1878;da Fazenda e Presidente do Conselho no 30º Gabinete de 1882, neste ano exercendo a presidência do gabinete liberal, incluiu a questão da escravatura em seu programa; pediu reforço para o fundo de emancipação, a criação de um imposto de transmissão na venda de escravos e a proibição do tráfico interprovincial, medidas que favoreceram a campanha abolicionista com grande empenho encetada pela sociedade brasileira contra a escravidão. E finalmente Ministro dos Estrangeiros no 33º Gabinete de 1885.
        Durante sua longa e honrosa existência prestou mais de sessenta anos de relevantes serviços ao seu país. Foi presidente da Sociedade de Geografia do RJ, durante 29 anos e do IHGB; Sócio honorário do Instituto do Ceará, etc. Era Grande do Império, Veador de S. Majestade a Imperatriz, Conselheiro de Estado em 1879,Comendador da Ordem de S. Gregório Magno, Dignitário da I., Ordem e Gentil-Homem da Imperial Câmara. Abandonou a política no golpe militar da  república


           Fontes:
         NOBREZA DE 'A a Z'
         Novo dicionário de história do Brasil - Melhoramentos- 1970

                  Gutemberg Castro
           

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